Salve o Frevo!

Hoje é dia de um dos ritmos mais ricos, sofisticados do planeta: o Frevo. Uma energia que emerge das ladeiras de Olinda e contamina a todos!

Uma cultura que o Brasil pode se orgulhar de ser genuinamente nacional, pela qual seus mais célebres músicos transitaram, de Hermeto Pascoal aos novos nomes do instrumental do país.

Por isso, o Notas Geraes deixa aqui uma homenagem ao frevo exatamente com o velho e bom Hermeto e com um grande instrumentista e compositor, Thiago Delegado, que despontou a poucos anos pelas Minas Gerais e que, não perdendo tempo, tratou de frevar..

 

É preciso entender a graveolização

Texto escrito pela jornalista Flora Pinheiro, uma das responsáveis pelo Brasileína


Talvez eu esteja escrevendo o texto mais sincero da minha vida. Talvez ele esteja bem atrasado também. Foram precisos dois ou três anos para entender o porquê de que, a cada 10 amigos meus, 9 gostem de Graveola e o Lixo Polifônico. A banda do filho de um professor da época de faculdade, a banda do amigo do amigo do amigo.

Comecei a ter notícias do Graveola ainda no curso de jornalismo. Resolvi baixar o cdzinho da capa amarela, mas não rolou. Era diferente de tudo que eu já tinha escutado, me causou estranheza aquela percussão diferente, apitos e tudo mais. Não fui cativada na primeira “ouvida”. Confesso que me peguei cantarolando “para, continua, para, para, continua” algumas vezes e em diversas situações. Enquanto isso, o público só aumentando e eu nadando contra a maré. Cheguei a ir em alguns shows que estavam na programação de  festivais em Belo Horizonte, mas a prioridade não era o Graveola. Até cobertura fotográfica já rolou (dão umas fotos pra lá de bonitas). Mas, não. Não entendia o encanto e a hipnose que as pessoas estavam sofrendo. O sexteto esteve presente em festivais importantes por muitas regiões do Brasil, laçou o segundo álbum, o “Um e meio” e até fez turnê por países como  Portugal, França e Itália.

Uma vez, em uma conversa com um paulista de Bauru, as coisas começaram a clarear. Eu dizia que não achava nada demais no Graveola e ficava surpresa em saber que existiam pessoas (e muitas) além de Minas Gerais que gostavam e conheciam a banda. Ele retrucava dizendo que os não-mineiros são encantados com a banda porque fora daqui talvez seja difícil encontrar algo deste gênero, com essa proposta.

Eis que surge o “Eu preciso de um Liquidificador” em um “boom” avassalador pelas redes sociais. Todos mineiros e não-mineiros só falavam disso. “Farewell Love Song” predominava a timeline do meu facebook e twitter. Cliquei em um dos links, ouvi e pronto: aquele baião graveolizado me conquistou só na introdução. A letra entrou e já senti uma fisgada na garganta. Percebi que precisava dar uma segunda chance ao Graveola. Baixei o cdzinho da capa verde, ouvi e fiquei em estado de choque. Foram descargas e descargas elétricas a cada faixa. Uma nostalgia do que não vivi, uma viagem. Quando meus pés começaram a bater de forma espontânea, percebi que até meu corpo já tinha se rendido àquele groove, swingue.


Foi preciso parar e observar ao meu redor. De repente eu me dei conta do que estava acontecendo em Belo Horizonte. O Graveola é uma banda/coletivo que está ligada não apenas à música, mas em articulações artísticas e questões políticas. Ajudaram a criar a Praia da Estação (quem disse que a capital mineira não tem praia?), uma espécie de movimento contra a proibição de “eventos de qualquer natureza” na Praça da Estação (no Centro de Belo Horizonte) que foi decretado na era Márcio Lacerda (para entender melhor, clique aqui).  O lançamento do terceiro disco foi no final de 2011, na Comunidade Dandara, formada em 2009 com a ocupação de um terreno abandonado há mais de 30 anos e onde há atualmente cerca de mil famílias. A banda usou o lançamento do “Eu preciso de um liquidificador” como forma de dar apoio a comunidade contra a ameaça de despejo feita pela prefeitura. Evento gratuito e que tinha como plateia um mix de moradores do local e do já tradicional público.

Mas, na última sexta-feira (20 de janeiro), pude testemunhar a consolidação e reconhecimento da graveolização na cidade. Estava marcada para às 21h a gravação do DVD do mais recente álbum, no grande teatro do Palácio das Artes. Só pra se ter uma ideia, a última vez que eu tinha ocupado uma daquelas poltronas foi num show do Chico Buarque. Um pouco antes do show começar, volta e meia trombava com alguém que me questionava: “Ué, você aqui?!” Devo ter criado uma opinião muito contraditória ao logo do tempo para as pessoas se espantarem com minha presença. Pela platéia, muitos rostos conhecidos e dezenas e dezenas de pessoas que tinham a idade do meu pai, tio avô ou irmã mais nova. Um clima família e harmônico. Todos ali sabiam que aquela noite tinha tudo pra ser bonita.

As luzes se apagam e o espetáculo começa. Como todos sabem, Santa Acústica do Palácio das Artes: meus ouvidos captaram um Graveola jamais escutado. A alegria estava no ar, a magia estava no ar. Por duas, três ou quatro vezes precisei brigar com as lágrimas que teimavam e queriam descer o meu rosto. Os meus vizinhos de assento faziam de seus corpos verdadeiras percussões. Poltronas chacoalhavam pra lá e pra cá. A felicidade estava estampada em cada um do sexteto mas, principalmente, do vocalista José Luis Braga, que volta e meia saltava pelos ares, e do guitarrista Luiz Gabriel Lopes, que bailava pelo palco abraçado à sua amiga azul. A essa altura, luzes já estavam acesas e os corredores tomados pelos mais exaltados ao embalo das 14 faixas do cd, como “Desdenha” (por mim intitulada como uma singela homenagem às periguetes tilelês) e “Insensatez: a mulher que fez”, que pertence ao primeiro álbum.

Além da gravação do primeiro DVD, a noite também teve como objetivo a apresentação do clipe de “Farewell Love Song”, com produção da Sonzera Filmes. A última música da noite foi “Babulina’s trip”, conhecida como o hino da juventude revolucionária belohorizontina. Cerca de 50 pessoas subiram ao palco, se abraçaram, cantaram, demonstraram afeto. Confesso que achei o detalhe “A Banda mais Bonita da Cidade” desnecessário, mas foi perdoável. Foi bonito.

Depois do show, li comentários de conhecidos falando sobre a contemporaneidade da banda. A mais pura verdade. Graveola é a banda independente belohorizontina mais conhecida no cenário nacional e internacional. É a representação da juventude da cidade. A juventude que luta pro cenário cultural acontecer. E está acontecendo já há algum tempo, só não percebe quem não quer. Há quem ainda duvide  de sua força. Não duvide, meu amigo, não duvide. É preciso respeitar e, quem sabe, até admirar. É preciso entender a graveolização.

DOMINGO NO MUSEU RECEBE DUAS GERAÇÕES DA MÚSICA INSTRUMENTAL


Thiago Delegado convida Toninho Horta para participação especial em um show com repertório inédito e que dará vida ao segundo álbum solo do jovem compositor

  

O projeto Domingo no Museu, realizado pela Veredas Produções, apresentará uma das maiores revelações da música instrumental de Minas Gerais, o violonista e compositor Thiago Delegado. Despontando entre os músicos da nova geração da música popular brasileira, Delegado apresentará noMuseu de Arte da Pampulha (MAP) suas novas composições, acompanhado pelo baixista Aloísio Horta e pelo pianista Christiano Caldas. O encontro destes artistas já tem data marcada: dia 4 de dezembro, às 11 horas. Neste show, o violonista gravará seu segundo CD, intitulado “Thiago Delegado Trio – Ao vivo no Museu de Arte da Pampulha”.

Patrocinado pela Itaiquara, o Domingo no Museu, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, mostrará ao público a sonoridade e a jovialidade de Thiago Delegado em um show no qual apresentará novas composições e releituras de Milton Nascimento, Chico Buarque, Paulinho da Viola e Tom Jobim. As belas melodias do compositor terão como cenário um dos cartões postais da cidade, o MAP que, com este projeto musical, se concretiza cada dia mais como um espaço de lazer e cultura para a população Belo Horizonte.

Para completar o time de sucesso que acompanhará Delegado, o músico Toninho Horta subirá ao palco para uma participação especial. O show no MAP confirmará todo o talento deste jovem compositor e instrumentista que interpretará sete músicas inéditas e autorais, além de composições em parceria com Juarez Moreira e com o próprio baixista convidado para a apresentação, Aloísio Horta. Será a primeira vez que o trio subirá ao palco, revelando ao público a sonoridade da mistura acústica entre violão, baixo e piano.

Diretor musical da cantora Aline Calixto e do artista Vander Lee, Delegado se destaca por sua seriedade e carisma. Em sua carreira solo, segue a tradição da música brasileira, sempre ligada a tudo que acontece pelo mundo, tornando-o um compositor e instrumentista com facetas ilimitadas.

Acostumado com uma percussão marcante em seus shows, o violonista terá a chance de explorar novas e sutis possibilidades para a sua música. Vencedor da décima primeira edição do Prêmio BDMG Instrumental e do Marco Antônio Araújo, de melhor CD do ano, o compositor inovará com esta formação, cujo resultado promete ser inesquecível.

 

Conheça o violonista e compositor Thiago Delegado:

 

O belo-horizontino começou a tocar violão de forma autodidata e, atualmente, dedica-se ao estudo do violão de sete cordas. Em 2008, aprimorou seus estudos com Celso Moreira, como um dos vencedores do Jovem Instrumentista BDMG. Foi selecionado, como revelação, pelo Programa Música Minas e Novos Talentos do Jazz e, finalista, da décima edição do BDMG Instrumental. Seu primeiro disco, “Serra do Curral”, venceu o prêmio Marco Antônio Araújo, como o melhor disco instrumental de 2010 em Minas Gerais. Foi um dos 12 artistas selecionados pelo projeto “Conexão Vivo”, em 2009, apresentando-se no ano seguinte como convidado da banda Zé da Guiomar. Participou da quarta edição da Festa da Música e do Festival de Inverno de Ouro Preto, em 2010.

 

SERVIÇO:

Domingo no Museu – Thiago Delegado Trio

Local: Museu de Arte da Pampulha (Av. Otacílo Negrão de Lima, 16585)

Data: Dia 04 de dezembro, às 11 horas

Ingressos à R$10 (inteira) – Renda revertida para a conservação do MAP

Locais de venda: No Museu de Arte da Pampulha e na loja Acústica CD’s (Rua Fernandes Tourinho, 300) – A partir do dia

Informações: (31) 3277-7996

Enéis Xavier lança disco no Conservatório da UFMG

Belo Horizonte possui uma das gerações de maior competência no trânsito entre o jazz e a música popular brasileira. E por aqui, esta ganha naturalmente as tonalidades traçadas pelo Clube da Esquina.

Um dos mais versáteis instrumentistas dessa turma (que inclui nomes como Beto Lopes, Magno Alexandre e Limão), é o baixista e tecladista Enéis Xavier. O músico é presença certa em festivais de prestígio e em casas que abrem suas portas à boa música, como o Espaço CentoeQuatro – às sextas-feiras ele se apresenta religiosamente neste palco ao lado de Chico Amaral. Constantemente na estrada, Enéis também tem sido requisitado por Milton Nascimento e outros do artistas de alto quilate brasileiros e internacionais – a exemplo de Gunhild Carling.

A produção autoral do instrumentista vem consolidando sua veia criativa de alta originalidade. No site de Enéis Xavier é possível conhecer várias faixas de seus três discos (Jamba, 2004, O Peregrino,2008, e Novo Tempo, 2011). O site também traz vídeos, fotos e informações atualizadas de agendas, shows e gravações.

E na próxima terça-feira, o público belorizontino poderá conferir o lançamento de Novo Tempo. O show acontece no Conservatório da UFMG e contará com participações certamente saborosas.

Notas Geraes indica!

 

SERVIÇO

Show de lançamento do disco Novo Tempo, de Enéis Xavier

onde: Conservatório da UFMG

endereço: Avenida Afonso Pena, 1534 – Centro (em frente ao Palácio das Artes)

contato: (31)3409.8300

 

 

 

 

SHOW DAS SETE RECEBE A ALMA LÍRICA DE MÔNICA SALMASO

Reconhecida por um timbre de voz especial, a cantora traz para Belo Horizonte o seu novo projeto musical, acompanhada por Nelson Ayres e Teco Cardoso

Com canções populares e arranjos delicados e singulares, Mônica Salmaso subirá no palco do Grande Teatro do SESC Palladium para divulgar o seu mais novo trabalho, “Alma Lírica Brasileria”. No repertório do show, canções do novo álbum e clássicos do universo lírico da música brasileira, compostos por Chico Buarque, Heitor Villa-Lobos, Adoniran Barbosa e Herivelto Martins.

Serviço:

Projeto: Show das Sete apresenta Mônica Salmaso – “Alma Lírica Brasileira”

Data: Dia 24 de novembro

Local: Grande Teatro do SESC Palladium – Rua Rio de Janeiro, 1046

Horário: 19 horas

Valor: R$20,00 inteira e R$10,00 meia entrada.

Contato: 3214-5350

Ingressos a venda no local

Mais informações: www.veredasproducoes.com.br

 

Festival Choro Livre – Mercado Distrital do Cruzeiro em Belo Horizonte – dia 19 de novembro de 2011

O Mercado Distrital do Cruzeiro sedia, no dia 19 de novembro, a partir de 15h, a 2ª edição do Festival de Choro Livre com programação de choro, oficinas, workshops e lançamento da coletânea Choro Livre – Vol. 1.

A proposta do Festival é fomentar a cena de choro na capital mineira, assim como valorizar os espaços públicos da cidade. O projeto havia sido lançado em 2008 e, sem condições de ser realizado em 2009 e 2010, recebe agora o incentivo do programa cultural Conexão Vivo.

Na primeira roda, apresentação dos grupos Piolho de Cobra e Cortando um Dobrado, que receberão Ausier Vinícius, Thiago Balbino e Marcos Frederico como músicos convidados. A roda conta ainda com a participação especial dos cariocas Joel Nascimento e Valter Silva.

Oficinas e workshops O Festival de Choro Livre oferece também ao público interessado oficinas e workshops gratuitos com os músicos participantes, que serão realizados na A Casa de Cultura e na Escola Brasil com S.

Rodas de Choro
19 de novembro de 2011, a partir de 15h
Entrada Gratuita

Projeto Compositores. BR convida Paula Morelenbaum e o grupo Cortando um Dobrado

*Ana Clara Brant (matéria publicada no Divirta-se/EM – 18.11.11

Show gratuito faz homenagem a Noel Rosa na Funarte

A música Três apitos, gravada na década de 1980 junto com Tom Jobim, era a única ligação entre a cantora Paula Morelenbaum e Noel Rosa (1910-1937).
Isso até este mês, quando a artista se viu “obrigada” a mergulhar no universo do compositor de Vila Isabel. Noel é o homenageado desta semana do projeto Compositores.BR, promovido amanhã e domingo, na Funarte, e traz também o grupo mineiro Cortando um Dobrado. “Eu o conhecia muito superficialmente. Sempre admirei suas composições, mas as minhas referências musicais são de uma época posterior à dele, caso de Vinicius de Moraes, Chico Buarque, do próprio Tom, com quem gravei a única música de Noel que já cantei na vida, Três apitos”, revela a cantora.
Essa canção, que terá arranjo jobiniano, estará no repertório da apresentação, além de outros clássicos do poeta da Vila como Com que roupa?, Conversa de botequim, Fita amarela, Mais um samba popular e Último desejo. Paula conta que, ao se debruçar sobre a obra de Noel, surpreendeu-se com a cadência melódica das canções e com a maneira como ele conseguiu retratar de forma poética o Rio de Janeiro das décadas de 1920 e 1930. “Como carioca, acho muito legal conhecer essacidade em que ele vivia, que é bem diferente do meu Rio de hoje. Noel fazia a crônica do cotidiano por meio da poesia. Falava da Lapa, da boemia lindamente”, comenta.
Mesmo não sendo um artista tão próximo de sua vida, Paula Morelenbaum acredita que justamente o desafio de interpretar alguém tão distante de seu universo é o mais interessante do projet
o. “Noel Rosa não é um compositor que toca muito no rádio, com quem a gente tem intimidade. Por isso, muita coisa dele me encantou. Vamos cantar alguns sambas meio em ritmo de bossa, sair um pouco do óbvio. A grande graça dessa iniciativa é justamente essa: convidar alguém — e me senti muito privilegiada por isso –, que não tem muita relação com o compositor homenageado. Vai ficar muito bacana”, aposta Paula, que estará acompanhada de dois jovens músicos, Caio Márcio, no violão, e Luís Barcelos, no bandolim.
Outra atração
Domingo, o Compositores.BR terá o Cortando um Dobrado, que também apresenta repertório de Noel. O grupo mineiro reúne sete músicos da cena do choro e do samba em BH: Agostinho Paolucci (violão de sete cordas e arranjos), Alaécio Martins (trombone), Analu (pandeiro e percussão geral), Cristiano Vianna (violão de sete cordas), Du Macedo (cavaquinho), Juliana Perdigão (clarinete e voz) e Marcela Nunes (flauta e flautim). O projeto homenageia semanalmente  um grande ícone da música brasileira em dois shows, um com repertório cantado e outro instrumental.
Compositores.BR
Show em homenagem a Noel Rosa com Paula Morelenbaum, amanhã, às 20h, e com o grupo Cortando um Dobrado, domingo, às 20h, no Galpão 1 Funarte, Rua Januária, 68, Floresta. Entrada franca, com distribuição de senha uma hora antes. Lotação máxima de 139 lugares. Informações: (31) 3213-3084.

69 anos de Milton e seus tons geniais

Em 26 de outubro de 1942, seria preciso silenciar todas as ondas do mar do Rio de Janeiro para receber um nascimento diferente, mesmo dentre uma das gerações mais brilhantes da música mundial. Se Deus é carioca, sua voz dava os primeiros dissonantes ali. Elis Regina sentenciou, não em tom de gracejo, que “se Deus cantasse, seria com a voz de Milton Nascimento”.

Mas foi em Minas onde ele encontrou as texturas afetivas que o fizeram ser não só inventivo e original, mas um movimento musical em si, como comprovou Caetano Veloso. E isso não é pouco pra quem encabeçou um movimento como o Clube da Esquina. As raízes mineiras estão muito bem desenhadas em seu cancioneiro construído em mais de 50 anos de carreira. E seus frutos estão espalhados por todo o mundo, reverenciado até mesmo pelos maiores nomes do jazz de ontem (Hancock, Shorter) e de hoje (Esperanza Spolding).

Mas nada melhor do que ouvir o que ele mesmo deseja que seja feito disso tudo, seu Testamento.

Blog no WordPress.com.

Acima ↑